Ela não tinha o direito de sentir o que sentia.
Nada. Nenhum motivo, nenhuma ofensa.
Nunca houve um indício, nem um presságio, sequer intuição.
Nem um sinal, tampouco uma promessa.
E não era confiança, nem otimismo, nem esperança. Talvez uma expectativa infundada, incerta, mas insistente, ali.
Perdera a fome. Ganhara uma vontade louca de conhecer outro mundo, longe, sem qualquer ligação com o que estava vivendo e de esquecer a vida… a sua vida.
Como algo tão alheio e, ao mesmo tempo, tão intrínseco a ela tivesse tamanho poder.
Não faz sentido, dizia. É muita má sorte ou nenhum sinal de sorte.
Nada acontecia e, de repente, isso.
Não foi preciso muito.
Uma foto sem evidências e tão evidente.
Um dia ruim.
Que bom ver que você está escrevendo, gostei de ler tudo o que está aqui, vou continuar vendo seu blog, é como se isso me deixasse mais perto, sentindo a essência das suas idéias, opiniões e relatos…
Nossa, Rô!!! Vi o seu comentário agora…. Faz tempo que não passo por aqui! Brigada sempre! É incrível, mas vc sempre me traz palavras doces nos momentos que mais preciso, sabia? É um anjo!
Bjoooooosss